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A Competitiva Nacional está toda prosa, completando 15 anos de pura ousadia e muita bravura.
Ao longo desses anos o Festival cresceu e a Mostra mudou bastante, mas seguimos firmes como um grande fórum de exibição, discussão e reflexão da produção audiovisual universitária brasileira.
Com imenso orgulho, desde a 1ª edição, conseguimos transformar esse fórum numa incrível festa, e saber que o FBCU gera a cada edição novas amizades, rende brilhantes encontros e parcerias, faz com que a pesada labuta de levantar um festival de cinema vire peso pluma.
No ano do Jacaré a Mostra Competitiva, sem crocodilagem, presenteará a todos com 46 curtas metragens - sendo 23 estréias! - divididos em 7 programas. Um ótimo palpite para os que anualmente nos acompanham nesta deliciosa maratona reveladora de talentos que hoje estreantes, mas logo ali, um pouco mais à frente já são o futuro do cinema brasileiro.
Lembramos ainda que vários curtas excelentes, que não puderam ser programados na Competitiva, só poderão ser vistos nas sessões da Mostra Informativa. Eles serão apresentados por programas temáticos e os realizadores poderão bater um papo com o público logo após a sessão.
Portanto, dispense os intermediários, descubra os curtas e seja você mesmo o jurado.
é cineasta, produtor e diretor de TV. Participou de vários projetos emblemáticos do cinema novo: foi assistente de direção no filme Cinco vezes favela (1961), de vários diretores; Ganga Zumba (1963) e A grande cidade (1965), de Carlos Diegues, entre outros; diretor de produção de Todas as Mulheres do Mundo (1966), de Domingos de Oliveira; A Opinião Pública (1967), de Arnaldo Jabor e Garota de Ipanema (1967), de Leon Hirszman; produtor de Os Herdeiros (1969), de Cacá Diegues e Como vai, vai bem? (1968). Como produtor teatral foi um dos fundadores do Cine Teatro Poeira, em Ipanema, produzindo Tem banana na banda, com atuação de Leila Diniz. No começo dos anos 1970, dirigiu curtas-metragens e, foi ainda produtor-executivo de Cordão de Ouro, de Antonio Carlos Fontoura e Chuvas de Verão, de Diegues. Nos anos 1980, produz os longas documentários Os Anos JK - Uma Trajetória Política (1980) e Jango (1983), de Sílvio Tendler. Ingressa na televisão, como diretor de projetos especiais, realizando programas e série como Globo Educação, Universidade-Indústria, Universidade Viva,Curta Brasil. Foi também o produtor-executivo de Mauá - O Imperador e o Rei (1999), de Sérgio Rezende. Como diretor, realiza e roteiriza os longas-metragens Marília e Marina (1976), adaptado do poema de Vinicius de Moraes, a peça homônima de José Saffioti Filho, A rainha do rádio (1981), o musical Tropclip (1984), e os docs: Angola - Cantos de guerra e liberdade(1989); Mestre Bimba - a capoeira iluminada (2005).
Ensina Teoria e História do Cinema na ECA-USP. Integra desde 1975 a editoria de revistas como Cine-Olho (RJ-SP), Infos Brésil (Paris), praga (SP), Sinopse (SP) e Significação (SP). Outros periódicos em que publicou: Novos Estudos Cebrap, Alceu, Cinemais, Educação & Sociedade, Pós - FAU-USP, Trópico, Folha de S. Paulo (Mais!, Ilustrada, Jornal de Resenhas, Folhetim); na Itália: Oèdipus, Close-Up. Storie della visione; na França: L'Armateur, Episodic, Cahiers du cinéma. Pesquisa o cinema de vanguarda, além da relação cidade-cinema. Foi curador da mostra Marginália 70: o experimentalismo no Super-8 brasileiro, no Itaú Cultural (2001).
Iniciou a carreira cinematográfica como continuísta, fotógrafa de cena e assistente de montagem de filmes de ficção. Foi assistente e produtora do documentarista Eduardo Coutinho (1991-1996), e posteriormente, de Helena Solberg, Eduardo Escorel e Silvio Tendler. A partir de 1996, através de sua produtora Kinofilmes, tem produzido e dirigido documentários e institucionais. Produziu documentários para TVs estrangeiras, filmados no Brasil, como BBC, Channel Four, National Geographic, HBO e Discovery Channel. Seus principais documentários são os premiados: Alma de Mulher (48’); Samba (54’); Os Arturos (60’), Vida Severina(52’), Clarita(15’), Fim do Silêncio (52’), exibidos em todos os canais brasileiros e mais de 30 países na Europa e América Latina. Atualmente está lançando seu novo curta “Dois Mundos”(15’), captando recursos para o longa-metragem “Dezessete Anos Depois”, projeto vencedor do Edital da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro de 2008 e finalizando o longa metragem “O Coração do Samba” .
é aluno de Cinema e Audiovisual da UFF (4º período).
é aluno de Cinema e Vídeo da FTC (7º período).
é aluno de Cinema e Vídeo do Centro Universitário UNA 8º período).
é aluno de Audiovisual da USP (3º período)
Fundada há mais de 30 anos, a ABDeC-RJ representa os cineastas de curta-metragem e documentário no Rio de Janeiro. Este prêmio é um reconhecimento à produção cultural cinematográfica, escolhendo um curta-metragem da competitiva brasileira que receberá o certificado da ABDeC-RJ.
Juri: Carlos Camacho, Thales de Moraes e Walter Fernandes Jr.
Para muitos o Festival Brasileiro de Cinema Universitário interessa pelo convívio alegre com os amigos. Já outros o freqüentam pela simples cinefilia. Há também os que lá chegam atrás da enorme festa espontânea que é essa reunião de tanta gente brilhante. Para o Cachaça Cinema Clube o FBCU é fantástico por tudo isso e mais. Durante os seus 8 anos de atividades, nosso cineclube se tornou devedor do Festival. É ele que, anualmente, nos revela talentos, nos mostra novidades, nos nutre com achados e, o que talvez seja o mais importante, nos tranquiliza com relação ao futuro.
Em 2010 o Festival Brasileiro de Cinema Universitário faz 15 anos. Para nós do Cachaça, que como ex-alunos da UFF o acompanhamos desde o início, é um privilégio poder mais uma vez ver suas sessões. É ótimo saber que ano após ano para ele voltaremos para entregar o Prêmio Cachaça Cinema Clube.
Longa vida ao FBCU
Cachaça Cinema Clube
É com imensa alegria que o Porta Curtas Petrobras atua mais uma vez em parceria com o FBCU lançando mão do Prêmio Porta Curtas de Aquisição, no valor de R$ 500,00, para um dos filmes exibidos dentro da Mostra Competitiva Nacional!
Ao incorporar parte desta nova safra do cinema nacional ao nosso acervo, desejamos facilitar a acessibilidade e alimentar a portabilidade dos filmes brasileiros de curta duração!
E assim caminhamos, desde agosto de 2002, contabilizando já mais de 12 milhões de exibições online e buscando cada vez mais estreitar o contato direto dos realizadores com a opinião do público!
Parabéns, desde já, a todos os participantes desta 15ª edição do Festival!
Porta-curtas