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MOSTRA HOMENAGEM LUIZ SÉRGIO PERSON
Sessões Extras
Terça-feira, 06 de junho, 16:30 - Cinemateca do MAM/RJ
Terça-feira, 06 de junho, 18:30 - Cinemateca do MAM/RJ
Quarta-feira, 07 de junho, 16:30 - Cinemateca do MAM/RJ
Quarta-feira, 07 de junho, 18:30 - Cinemateca do MAM/RJ
PROGRAMA 1 VICENTE DO REGO MONTEIRO Registro da vida e da obra do pintor. As influências européias, os temas brasileiros, a semana de arte moderna, a distância e a volta ao Brasil. Direção e Roteiro: Luiz Sérgio Person. Texto: Olívio Tavares de Araújo. Narração: Paulo Goulart. Companhia Produtora: Lauper Filmes. Fotografia: Giorgio Atilli e Giles Boutirou. Acervo: Cinemateca Brasileira. Premiações: Grande Prêmio da Crítica, APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), 1975. Melhor curta metragem do XI Festival de Brasília, 1976. SSS CONTRA A JOVEM GUARDA Exibição, sem áudio, de fragmentos do filme não concluído por Person. Em algumas cenas, Elis Regina aparece cantando ao lado de Roberto Carlos. Imagens documentais registradas pela equipe de Person antes do projeto ser abortado. Direção e Argumento: Luiz Sérgio Person. Roteiro: Luiz Sérgio Person, Jô Soares, Jean-Claude Bernardet. Companhia Produtora: Jovem Guarda Cinema Ltda. Elenco: Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Vanderléia, Os Jet Blacks, RC Trio, Beatniks. Acervo: Cinemateca Brasileira. PROGRAMA 2
Com a fuga do seu sócio e parente, os irmãos Naves denunciam o fato à polícia, que acaba por prendê-los, acusando-os de haver matado o desaparecido. Sofrem torturas para confessar o que não fizeram e suas mulheres são violentadas. No julgamento, os irmãos são absolvidos duas vezes, mas são condenados pelo veredicto da Corte de Justiça. Quinze anos mais tarde, em 1952, a "vítima" reaparece dizendo desconhecer o ocorrido. Um dos irmãos já havia falecido. O outro é reabilitado, conseguindo com dificuldade obter uma indenização. Direção: Luiz Sérgio Person. Argumento: Jean-Claude Bernardet e Luiz Sérgio Person. Premiações: "Governador do Estado" para argumento e roteiro. Prêmio INC-1967 e Coruja de Ouro de melhor fotografia para Oswaldo de Oliveira, melhor cenografia e figurinos para Person e Sebastião de Souza. Prêmios para melhor argumento, roteiro, melhor diálogo e melhor atriz coadjuvante para Lélia Abramo no III Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 1967. Considerado o melhor filme do ano, recebe em Marília, SP, o troféu Curumim do Clube de Cinema da cidade. "O nosso cinema deve usar todos os recursos possíveis de linguagem para exprimir e convencer o expectador daquilo que desejamos e que é necessário dizer. O estilo, um modo próprio de expressão cinematográfica, nascem com a sinceridade. O mais importante é a comunicação com o nosso público. A utilização da sinceridade, a aplicada à realidade em que vivemos, ao momento presente, pode ser o elemento detonador, capaz de desfazer todos os equívocos que dividem a crítica e o público." (Depoimento de Person após o seu retorno à direção depois do estrondoso sucesso de "São Paulo S/A" - Extraído do catálogo da mostra L. S. Person, MIS, 1988). PROGRAMA 3 L'OTTIMISTA SORRIDENTE Trabalho de formatura no Centro Sperimentale di Cinematografia (CSC), em Roma. Direção: Luiz Sérgio Person. Companhia Produtora: Centro Sperimentale di Cinematografia (CSC). Elenco: Sandro Bertossa, Marline Bregstein. Acervo: Cinemateca Brasileira.
Um quatrocentão paulistano defende a moral e os bons costumes de sua família, mas não os pratica. Temeroso da morte, ele revela a presença das suas amantes e passa a ser vítima da raiva que acomete todos os seus familiares. Ao final, renegando sua intransigência com a juventude roqueira, reata relações com a esposa e os filhos. Título original: UM MARIDO PARA TRÊS ESPOSAS. Direção: Luiz Sérgio Person. Co-direção: Renato Grecchi. Roteiro: Eurico Silva. Baseada na peça teatral O grande marido , de Eurico Silva. Fotografia: Ferenc Fekete e Tony Rabatoni. Companhia Produtora: P.N.F. - Produção Nacional de Filmes Ltda. Técnico de som: Raul Nani e Julio Perez Cabalar. Montagem: Luiz Elias. Elenco: Ronald Golias, Machadinho, Maria Vidal, Meiry Nogueira, Luiz Sérgio Person. Acervo: Cinemateca Brasileira. Lançado em 1967, o filme MARIDO BARRA LIMPA possuía o título de UM MARIDO PARA TRÊS ESPOSAS, com cenas adicionais filmadas por Renato Grecchi, o qual posteriormente também assina o filme. Estréia de Ronald Golias no cinema. Nesse mesmo ano, Person dá aulas na disciplina "Linguagem Cinematográfica" do curso de cinema da Faculdade São Luiz, em São Paulo. Entre os seus alunos da Escola Superior de Cinema está Carlos Reichenbach. PROGRAMA 4 No Centro Cultural Correios, sessão seguida do debate Person na contramão , com a presença de: AL LADRO (CRONACA URBANA) Filme realizado junto com vários colegas do curso de "Direção Cinematográfica" do Centro Sperimentale di Cinematografia (CSC), em Roma. Direção: Luiz Sérgio Person e Cláudio Rispoli. Produção: Luiz Sérgio Person. Argumento: Luiz Sérgio Person e Cláudio Rispoli. Direção de fotografia: Roberto Forges Davazanti. Câmera: Giuseppe Lanci. Direção de som: Jan Oonk. Montagem: Paul Bartel. Música: Umberto Campagna. Elenco: Enrico Salvatore, Mario Pirri. Acervo: Cinemateca Brasileira. Premiações: Prêmio de qualidade do governo Italiano. Representante do país no Festival de Veneza de 1962 e, em seguida, no Festival de Bilbao. "O filme foi inteirinho rodado com a câmera na mão, a pouca distância e mesmo debaixo do nariz de transeuntes e pessoas completamente desprevenidas. Como preparação, de modo geral, o método se constituiu em ensaiarmos os atores sem nos preocuparmos com os curiosos que iam se amontoando a nossa volta. Depois de estabelecida a posição da câmera, a objetiva, o diafragma, etc, nos retirávamos fingindo que o trabalho estava terminado. Íamos tomar um café ou bater um papo distante do local escolhido, fazendo desaparecer a máquina, a fim de que ninguém nos seguisse. Em seguida, quando o grupo já havia se dispersado, voltávamos e, rapidamente, sem dar tempo ao público de perceber exatamente o que estava sucedendo diante dele, rodávamos a cena." (Fragmento da apresentação do filme no Museu de Arte de São Paulo, 20/02/1964).
Carlos, inspetor de qualidade de uma grande montadora paulista, progride até chegar a ser sócio de uma fábrica de autopeças. Mas, apesar da estabilidade em sua vida profissional e afetiva, o personagem não suporta o ritmo da grande engrenagem. Direção e Roteiro: Luiz Sérgio Person. Companhia Produtora: Socine Produções Cinematográficas. Produção: Renato Magalhães Gouveia. Fotografia: Ricardo Aronovich. Montagem : Glauco Mirko Laurelli. Música: Cláudio Petraglia. Elenco: Walmor Chagas, Eva Wilma, Otello Zelloni, Ana Esmeralda, Darlene Glória. Acervo: Cinemateca Brasileira. Premiações: Prêmio de Público na I Mostra Internacional do Novo Cinema, realizada em Pèsaro na Itália. Prêmio "Cabeza de Palenque", no VIII Festival Internacional do Filme de Acapulco/México. Prêmio Governador do Estado de São Paulo, da Comissão Estadual de Cinema de São Paulo. Diversos prêmios "Cidade de São Paulo". Prêmios "Saci" do jornal O Estado de São Paulo : melhor filme, melhor direção e melhor montagem. "Recomeçar... Mil vezes recomeçar... Recomeçar de novo... Recomeçar... Recomeçar...". (Voz do personagem Carlos, interpretado por Walmor Chagas, após ser acordado pelo motorista do caminhão que havia lhe dado carona depois de seu carro ter quebrado na estrada). PROGRAMA 5 TRILOGIA DO TERROR O filho de um camponês descobre, nas montanhas, guerrilheiros fantasmas. Seu pai não crê na história e é morto pelas estranhas criaturas. Direção e Roteiro: Luiz Sérgio Person. Argumento: José Mojica Marins. Companhia Produtora: P.N.F. - Produção Nacional de Filmes Ltda; Produções Galasy Ltda e Companhia Cinematográfica Franco-Brasileira. Produção: Antônio Pólo Galante e Renato Grecchi. Direção de Fotografia: Osvaldo de Oliveira. Montagem: Sylvio Renoldi. Elenco: Lima Duarte, Cacilda Lanuza, Waldor Guedes, Carlos Alberto Romano, Roberto Ferreira, Lenoir Bittencourt, Pontes Santos, Wilson Jr., Francisco Ribeiro. Acervo: Cinemateca Brasileira. Com José Mojica Marins e Ozualdo Candeias, Person faz TRILOGIA DO TERROR, longa dividido em três episódios. Lidera a criação da Reunião de Produtores Independentes - RPI, empresa de distribuição de filmes, revelando as suas preocupações com a comercialização insatisfatória da produção nacional. O ESTRANHO MUNDO DE ZÉ DO CAIXÃO Zé do Caixão desfia sua filosofia doentia e a apresenta ao espectador em três contos de horror . Em O FABRICANTE DE BONECAS, marginais invadem a casa de um velhinho e descobrem o segredo da confecção das suas bonecas, cujo principal detalhe é os olhos realistas. Em TARA, um pobre vendedor de balões fica obcecado por uma garota que segue nas ruas, só conseguindo possuí-la após sua morte. Em IDEOLOGIA, o excêntrico professor Oaxiac Odéz enfrenta um rival e tenta provar que o instinto prevalece sobre a razão, com fortes doses de canibalismo e sadomasoquismo. Mojica compôs também a canção-título, interpretada por Edson Lopes e Titulares do Ritmo. Diretor: José Mojica Marins. Argumento e Roteiro: José Mojica Marins. Diretor de Fotografia e Câmera: Giorgio Attili. Assistentes de Câmera: Rosalvo Caçador, Virgílio Roveda e Sílvio . Montagem Eduardo Llorente. Assistente de Montagem Roberto Leme. Cenógrafo: Brutus. Elenco: Vany Miller, Veronica Krimann, Paula Ramos, Luís Sérgio Person, George Michel Serkeis, Iris Bruzzi, Arnaldo Brasil, José Mojica Marins, Osvaldo de Souza, Nidi Reis, Nivaldo de Lima. Acervo: Cinemateca Brasileira. A amizade com José Mojica Marins, o Zé do Caixão, leva-o mais uma vez a desempenhar a função de ator. No filme O ESTRANHO MUNDO DE ZÉ DO CAIXÃO, Person participa do episódio FABRICANTE DE BONECAS. PROGRAMA 6 No Centro Cultural Correios, sessão seguida do debate O professor Person , com a presença de: ESTA RUA TÃO AUGUSTA Documentário que registra o cotidiano de uma das ruas mais conhecidas da cidade de São Paulo e centro comercial de classe média alta. O filme enfoca figuras exóticas e populares na época da filmagem, que se chocam frontalmente com o universo do local. Entre eles, o pintor naif Waldomiro de Deus, com suas botinhas e minissaias, expondo sua pintura irreverente pelas calçadas, e o poeta cult Lindolf Bell. Direção: Carlos Reichenbach. Assistente de Direção: Hideo Nakayama. Companhia Produtora: Lauper Filmes. Fotografia e Câmera: Sílvio Bastos. Montagem: Jovita Pereira Dias. Narração: Oswaldo Calfat. Elenco: Waldomiro de Deus, Lindolf Bell. Acervo: MIS. ESTA RUA TÃO AUGUSTA, primeiro curta metragem de Reichenbach, foi produzido por Luiz Sérgio Person. Rodado com sobras de negativo e equipamento emprestado de técnicos próximos a Person, o filme foi concluído dois anos após o início das filmagens depois de ter recebido o Prêmio Estimulo, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. FILME DEMÊNCIA Um pequeno industrial de cigarros, falido economicamente e em crise doméstica, é praticamente exilado de casa pela mulher e passa a refugiar-se em visões e alucinações. Como na lenda de Fausto, terá de encontrar seu correspondente Mefisto, que durante a história lhe aparecerá de várias formas e personalidades, ora como traficante noturno, ora como uma cândida velhinha. Direção e Argumento: Carlos Reichenbach. Roteiro: Carlos Reichenbach e Inácio Araújo. Companhia Produtora: E.M. Cinematográfica, Cinearte Filmes, Beethoven Street Filmes e Embrafilme. Fotografia: José Roberto Eliezer. Música: Manoel Paiva e Luiz Chagas. Elenco: Ênio Gonçalves, Emílio de Biase, Imara Reis, Fernando Benini, Rosa Maria Pestana, Kátia Lopes, Júlio Calasso Júnior, Cláudio Willer, Benjamin Cattan, Alvamar Taddei, Carina Cooper, John Dôo, Benê Silva, Jairo Ferreira, Carlos Reichenbach. Acervo: Cinemateca Brasileira. Premiações: Melhor Filme (prêmio da crítica), melhor diretor, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, montagem, XIV Festival do Cinema Brasileiro de Gramado, RS, 1987. Melhor ator e trilha sonora, III Rio-Cine Festival, RJ, 1987. Troféu Macunaíma, Federação Nacional de Cineclubes, 1987. Prêmio Filme Inovador do Ano, Festival de Rotterdam, Holanda, 1987. "FILME DEMÊNCIA é também um tributo a Luiz Sérgio Person. Ele pode ser visto como uma releitura de SÃO PAULO S/A... Enquanto no filme do Person, São Paulo é mostrada de cima para baixo, em Filme Demência, quando Fausto vai embora, a cidade é mostrada de baixo para cima. SÃO PAULO S/A trabalhava também a questão do eterno retorno. Em SÃO PAULO S/A, Person condena o seu personagem a um destino muito pior. Ele dorme no banco de trás do caminhão imaginando chegar a sua nova Mira-Celi, mas, quando acorda, descobre estar sendo conduzido de volta a São Paulo." (Depoimento de Carlos Reichenbach a Marcelo Lyra no livro "Carlos Reichenbach, o cinema como razão de viver", publicado pela Imprensa Oficial, Coleção Aplauso). PROGRAMA 7 O QUARTO A solidão de um homem de meia idade em São Paulo, cidade grande e ameaçadora: a espoliação de que é vítima em seu local de trabalho, o caso amoroso com uma mulher velha, os parentes mórbidos, a procura de carinho com prostitutas e a ilusória ligação com uma burguesa fútil que alimenta seus desejos de ascensão social. Direção, Argumento e Roteiro: Rubem Biáfora. Companhia Produtora: Data Filmes e Columbia Pictures. Direção de Fotografia: Rudolf Icsey. Montagem: Máximo Barro. Cenografia: Bocchi e Biscardi. Figurinos: Antonio Henrique, Tomaso, Dudu Angel, Giédre Valeika, Amiris Veronese. Música: Amilton Godoy, Luiz Chaves, Rubens Barsotti. Elenco: Sérgio Hingst, Amiris Veronese, Luiz Sérgio Person, Berta Zemel, Gláucia Rothier, Ilka Zanotto, Karé, Lélia Abramo, Marina Freire. Acervo: Cinemateca Brasileira. Premiações: II Prêmio "Air France de Cinema", 1968, melhor ator, diretor e atriz secundária. Prêmio "Governador do Estado", 1968, melhor ator e roteiro. Prêmio INC, 1968 - Instituto Nacional de Cinema, RJ. PROGRAMA 8
Cassy Jones, louco, sensual, paquerador, destruidor de lares, astro que vive dos aplausos da multidão, enquanto está fazendo amor na sua exótica e maravilhosa cama d'água com peixinhos, aos poucos, vai percebendo que suas amantes lhe perturbam demais. Grudam nele e querem amar sem descanso. Pesadelos e ameaças rondam o herói. Direção: Luiz Sérgio Person. Argumento e Roteiro: Luiz Sérgio Person e Joaquim Assis. Companhia produtora: Lauper Filmes Ltda. Produção: Glauco Mirko Laurelli e Luiz Sérgio Person. Coreografia: Edmundo Carijó e Tatiana Leskova. Direção de Fotografia: Osvaldo de Oliveira, Renato Neumann. Montagem: Maria Guadalupe e Glauco Mirko Laurelli. Direção de Arte: José Luiz Ripper. Música: Carlos Imperial. Elenco: Paulo José, Sandra Brea, Sônia Clara, Ilva Niño, Lenoir Bittencourt, Tatiana Leskova e suas alunas, Cláudio Ferreira, Henriqueta Brieba, Mano Rodrigues, Patrizia. Atores Convidados: Glauce Rocha, Grande Otelo, Carlos Imperial, Nilson Condé, Gracinda Freire, Suzana Gonçalves. Acervo: Cinemateca Brasileira. "As mulheres não resistem. Os homens também não... É loucura total. É comédia total." (Informe publicitário para o lançamento do filme) Nesse mesmo período, depois de uma famosa e controvertida entrevista dada ao Pasquim , critica os cinemanovistas e faz afirmações contundentes, como: "Ipanema não existe!". Person é convidado a colaborar no semanário enviando suas crônicas semanalmente de São Paulo. PROGRAMA 9 ANUSKA, MANEQUIM E MULHER Manequim tenta subir no mundo da alta costura. O ambiente em que vive termina por comprometer o seu romance com um jornalista e escritor que a apóia, levando a sua decadência, e ele ao fracasso. Direção e Roteiro: Francisco Ramalho Jr. Baseado no conto Ascensão ao mundo de Anuska , do livro Depois do sol , de Ignácio de Loyola Brandão. Companhia Produtora: Tecla Produções Cinematográficas. Direção de Fotografia: Waldemar Lima. Montagem: Glauco Mirko Laurelli. Cenografia: Antonio Benetazzo. Elenco: Francisco Cuoco, Jairo Arco e Flexa, Ruthinéa de Moraes, Marília Branco, Ivan Mesquita, Antonio Carlos, Luiz Sérgio Person, Cleo Frota, Guaracy Mirgalowiski, José de Abreu. Acervo: Cinemateca Brasileira. Em ANUSKA, MANEQUIM E MULHER, Person trabalha mais uma vez como ator. O filme é dirigido por Francisco Ramalho Jr. e baseado numa novela do seu amigo Ignácio de Loyola Brandão. PROGRAMA 10
Um grupo de bandidos mata o delegado da cidade de Espalha Brasa. Apresentam-se ao prefeito da cidade como inocentes e exigem que Jerônimo, um atrapalhado e inofensivo habitante da cidade assuma o posto. Jerônimo conta com a ajuda do garoto Pitu e de seu amigo Faz Tudo para aprender a montar a cavalo e atirar, mas enfrenta muita dificuldade para adaptar-se à nova função. Direção, Argumento e Roteiro: Luiz Sérgio Person. Companhia Produtora: Lauper Filmes Ltda. Produção: Glauco Mirko Laurelli e Luiz Sérgio Person. Coreografia: Marika Gidali. Direção de Fotografia: Osvaldo de Oliveira. Montagem: Glauco Mirko Laurelli. Elenco: Atila Iório, Marlene França, Jofre Soares, Tony Vieira, Roberto Ferreira, Líbero Ripoli Filho, Bibi Voegel, Durvalino de Souza, Cacilda Lanuza, Chico Martins. Acervo: Cinemateca Brasileira. "Bang-bang, tiroteio, desafio, pastelão. Tudo o que você possa imaginar de engraçado, está agora reunido num filme que não perdoa o mau-humor. De 5 a 98 anos (100 também pode...). Venha preparado para morrer... de rir!" (Informe publicitário para o lançamento do filme) "Cjamango, a tia de Django, Django, Ringo, Joe Dinamite, O neto de Django, Johnny West, o filho de Django, El cisco, o avô de Ringo... Depois deles, chegou a vez de morrer... de rir." (Informe publicitário para o lançamento do filme) PROGRAMA 11 AUDÁCIA - A FÚRIA DOS DESEJOS Comédia dividida em três episódios: Direção: Carlos Reichenbach e Antônio Lima. Fotografia e Câmera: Carlos Reichenbach. Companhia Produtora: Horus Filmes e Xanadu Filmes. Produção: Percival Gomes de Oliveiras. Roteiro: Carlos Reichenbach e Jairo Ferreira. Montagem: Jovita Pereira Dias. Música: The Jet Blacks. Elenco: José Mojica Marins, Maurice Capovilla, Luiz Sérgio Person, Maria Cristina Rocha, Sabrina, Palito, Júlia Miranda, Gilberto Sálvio. Acervo: Cinemateca do MAM do Rio de Janeiro. PROGRAMA 12 No Centro Cultural Correios, CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS REALIZADAS POR LUIZ SÉRGIO PERSON Campanhas publicitárias realizadas por Luiz Sérgio Person. O programa contém os filmes: "Petybom Meu Filho"; "Café Pelé Poliglota", "Shell"; "Colcha Madrigal"; "Trigemeos/Brascred"; "Mimano Limão"; "Walita Enceradeira"; "Kibon - A Delicia Que Refresca"; "Mentex"; "Passo Doble", "Walita Batedeira"; "Sunam Majestic"; "Orquestra De Senhoritas". LUZES, CÂMERA - Nº 4 - LUIZ SÉRGIO PERSON Entrevista de Luiz Sérgio Person a Joanna Fomm, no programa "Luzes, Câmera", realizado pela TV Cultura e apresentado em 21/12/1975. Apresentação: Joanna Fomm. Produção: Ítalo Morelli. Coordenação geral: Sylvia Regina Bahiense Naves. Assistente de Produção: Flávio Porto e Silva. Câmera: Ajax Amaral, Durval Sampaio e Moacir Souto Jr. Direção de TV: Ítalo Morelli. Realização: TV Cultura. Acervo: Cinemateca Brasileira. |
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