O
cinema brasileiro passa, e não é de hoje, por uma etapa
especial. Não se trata apenas da produção
dos nossos cineastas, ou da fidelidade do público, mas de
registrar uma outra face, nítida e marcante, vivida pela
indústria cinematográfica brasileira: a multiplicação
de mostras e festivais ao longo de todo o mapa do Brasil. Neles,
comprova-se que a atual produção brasileira apresenta
uma notável diversidade de formatos e suportes, e a crescente
participação de jovens nesse processo criativo já não
depende de grupos localizados nos grandes centros ou de punhados
de pioneiros espalhados em outras regiões.
Cada vez mais,
utiliza-se o suporte digital cuja tecnologia avançada
permite recursos que até poucos anos sequer eram imagináveis,
mergulha-se fundo no documentário e nos curtas metragens de
ficção, multiplicam-se cursos universitários pelo
país afora, e o resultado disso tudo é uma renovação
consistente e dinâmica do que se faz no Brasil no campo do audiovisual.
Este Festival
Brasileiro de Cinema Universitário, que chega à sua
décima edição, é uma boa mostra disso.
Se começou como uma opção viável para que
estudantes de cinema pudessem mostrar seus trabalhos, consolidou-se
como um evento definitivamente importante para que se tenha uma idéia
mais ampla do que está sendo feito pelas novíssimas gerações.
E mais: tornou-se também um espaço aberto para encontros
e debates, na bem sucedida busca de um diálogo direto com o
público.
A Petrobras,
maior empresa do Brasil e maior patrocinadora das artes e da
cultura em nosso país, apóia a realização
do Festival Brasileiro de Cinema Universitário. E faz isso por
uma questão de coerência básica: afinal, mais do
que acreditar no futuro, nossa empresa tem, como missão central,
contribuir para o desenvolvimento do Brasil. E um país que não
confia nas novas gerações, em seu potencial criativo,
dificilmente será um país desenvolvido.
Petrobras
apresentação
Equipe Festival | apresentação
UFF
apresentaçào CCBB | apresentação
Petrobras
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