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Nesta
edição, nossos secundaristas exibem
dez produções, em sua maioria ficções
trashes. Forma narrativa que, segundo a professora de artes Márcia
Pinheiro, entusiasta e responsável pela produção
dos vídeos da ETESC, é um pontapé inicial e
uma chance de liberar a criatividade em uma escola quem não
tem aproximação técnica com o cinema e o vídeo.
Por outro lado chegam os vídeos da Escola Técnica Estadual
Adolpho Bloch (ETEAB), esta sim uma instituição voltada
para o audiovisual. Mas ainda que tenha equipamentos à disposição,
os alunos realizam seus vídeos no mesmo esquema “guerrilha” de
produção que seus colegas da ETESC já conhecem.
Contudo, o importante é que, mesmo sem condições,
ou incentivo de um mestre, o interesse pelo cinema cresça
e faça com que os diretores desta sessão voltem a esse
festival, como universitários, é claro!
Veja
a programação
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