Introdução

Debate: Políticas Cinematográficas Brasileiras

Oficina de Roteiros Sal Grosso

Encontros
Oficina de Legislação e Captação para Cinema
Quinta, 29 de maio, de 09:00 às 17:00
Sexta, 30 de maio, de 09:00 às 12:00
CCBB

Oficinistas:
Isabel Lito . Administradora cultural formada pela Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro. Participou da regulamentação da Lei de Incentivo Fiscal Estadual, sua operacionalização e viabilização e do Grupo de Trabalho do Ministério da Cultura responsável pela nova Regulamentação da Lei 8313/91- Rouanet. Presta consultoria em importantes projetos no cenário cultural brasileiro como o "riocenacontemporânea" e o Centro Cultural BR Mangueira, atua na administração de espaços e companhias como o Teatro RivalBR e Intrépida Trupe. Administrou e captou recursos para os projetos "Grandes Damas", série veiculada no GNT, o documentário "De Menor", de MV Bill, entre outros. Atualmente, administra projetos na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, além de vários filmes em andamento. Na oficina, abordará a prática do uso e aplicação das leis de incentivo, em especial a Lei Rouanet, além da captação de recursos e a apresentação de projetos.

João Guilherme Barone Reis e Silva . Roteirista e diretor de cinema e televisão, documentarista e jornalista. Mestre em Comunicação e Indústrias Audiovisuais no Espaço Ibero-americano pela Universidade Internacional da Andaluzia, Huelva, Espanha. Doutorando na FAMECOS-PUCRS, onde também é professor de cinema e televisão, estuda a organização institucional do cinema brasileiro. É Secretário Geral do Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual - FORCINE e presidente do Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul. Nesta oficina, trará questões sobre o espaço audiovisual no qual o cinema está inserido, quais seus agentes e estruturas, passando pelas mudanças do período entre o final da Embrafilme e os III e IV Congressos Brasileiros de Cinema, a criação da ANCINE e as propostas de mudanças na legislação.




Oficina de Roteiros do Projeto Sal Grosso

Ainda em fase de adequação à forma ideal, o Projeto Sal Grosso 3 terá novas características: o roteiro a ser filmado sairá de uma Oficina de Roteiros oferecida pelo VIII Festival Brasileiro de Cinema Universitário e ministrada por Eduardo Nunes e Paulo Halm.
Após passar por uma pré-seleção, alguns dos roteiros enviados por alunos de diversos cursos de cinema/ audiovisual do país serão trabalhados na oficina, onde será escolhido aquele que se transformará no Projeto Sal Grosso 3, cuja primeira exibição acontecerá no Festival do próximo ano.
A equipe técnica do Projeto Sal Grosso 3 sairá dos diferentes cursos de cinema/ audiovisual do país. O júri da Mostra Competitiva de Curtas determinará qual universidade terá seu representante em cada uma das seguintes funções técnicas: direção de fotografia, captação de som, montagem, edição de som e direção de arte - ficando a direção por conta do autor do roteiro escolhido.
A escola indicará um de seus alunos para exercer a função no filme, que será produzido pelo Festival Brasileiro de Cinema Universitário - com a inestimável parceria de algumas empresas e dos cursos de cinema/ audiovisual envolvidos nesta empreitada que visa a estreitar, ainda mais, os laços entre os diferentes cursos e seus estudantes.


Oficinistas:
Eduardo Nunes . Formado no Curso de Cinema da Universidade Federal Fluminense em 1995. Dirigiu seu primeiro curta, Sopro, em 1994 junto com Flávio Zettel, ganhando dois prêmios. Em 1995 fez o curta Terral, vencedor de 18 prêmios, entre eles: melhor curta no 24º Festival de Gramado, contribuição à linguagem cinematográfica no Riocine e segundo lugar no Festival Internacional de Curtas de Hamburgo, Alemanha. Logo em seguida dirigiu A Infância da Mulher Barbada, produzido através do prêmio de roteiro da Riofilme. Seu quarto curta-metragem, Tropel, ganhou 9 prêmios, e seu último, Reminiscência, foi exibido em vários festivais. Fez trabalhos de TV na Multirio (Televisão da Prefeitura do Rio de Janeiro) e TVE (Televisão Educativa - Rede Brasil). Atualmente prepara a produção de seu primeiro longa-metragem: Sudoeste e também participa do projeto Fuga#; longa-metragem dirigido por cinco diretores de diferentes estados do Brasil.

Paulo Halm . Roteirista e diretor de cinema e TV, também formado em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Dentre os roteiros que escreveu para o cinema, destacam-se: A Maldição do Sanpaku (1992), Quem Matou Pixote? (1996) - Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Gramado em 1996, Pequeno Dicionário Amoroso (1998) - Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cartagena em 1998, A Guerra de Canudos (1998), Mauá, o Imperador e o Rei (1999), Amores Possíveis (2001), o documentário de longa-metragem, O Sonho de Rose (2001) e Dois Perdidos Numa Noite Suja (2002) - Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Brasília em 2002. Dirigiu, entre curtas e médias-metragens, os seguintes filmes: PSW- Uma Crônica Subversiva (1988), BIU -A Vida Real Não Tem Retake (1995), Bela e Galhofeira (1988) e Retrato do Artista Com Um 38 na Mão (2000), premiados em importantes festivais nacionais. Seu mais recente curta, O Resto é Silêncio, recebeu no Cine PE 2003 os seguintes prêmios: melhor Roteiro, Ator, Prêmio da Crítica e Prêmio Aquisição do Canal Brasil.